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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Se é Bayer é bom ???



Bayer por Sangue*
A Bayer tem suas origens na Alemanha Nazista, como parte do cartel IG Farben que construiu um complexo fabril de borracha e óleo no campo de concentração de Auschwitz, os internos trabalhavam como escravos para a Farben. Quando estavam muito fracos para o trabalho eram mortos nas câmaras de gás, com a Farben produzindo o gás Zyklon B . Em 1948 doze executivos da Farben receberam sentenças por assassinato em massa, a sentença mais longa foi de sete anos para o Dr. Fritz ter Meer. Em primeiro de agosto de 1963 a IG Farben se dividiu em três corporações distintas que inicialmente haviam constituído o seu núcleo: Bayer, Hoechst e Basf . No centenário de aniversário da Bayer o discurso de abertura foi proferido pelo assassino em massa, Dr. Fritz ter Meer, que foi promovido à posição de Presidente do Conselho Supervisor da Bayer.

Desde então a Bayer produziu uma série de produtos químicos e drogas perigosas. Nos anos 80, 6.000 pessoas foram infectadas com HIV através do uso de coagulantes de sangue para hemofílicos, a Bayer e outras empresas não tomaram a simples precaução de testar e aquecer o sangue - esses testes não foram feitos por que iriam diminuir os lucros. Após os produtos terem sido removidos dos Estados Unidos e Europa, a Bayer, apesar de estar ciente que era inseguro, continuou a vender o produto na Ásia por mais um ano, para manter os lucros “ de vários grandes contratos fixos”. Isso foi defendido pela Bayer que afirmou ter “se comportado de forma responsável, ética e humana” ao vender o antigo produto no exterior! Eles agora ofereceram compensações no valor de $600 milhões de dólares para as vítimas nos Estados Unidos.

Mais recentemente, a Bayer estava entre o grupo de empresas farmacêuticas que processou o governo Sul Africano por permitir a produção de versões genéricas baratas das drogas anti HIV

(Schnews 290 - http://www.schnews.org.uk/archive/news290.htm )

No Peru, a Bayer esta sendo processada pela morte de 24 crianças em idade escolar que ingeriram leite misturado com Folidol, a marca da Bayer do methyl-parathion, um pesticida extremamente perigoso. É também responsável por uma parcela desproporcionalmente grande de envenenamentos por pesticidas na América Latina. A Bayer promoveu amplamente o seu produto methyl-parathion sem alertar os usuários dos graves riscos à saúde humana e ao meio-ambiente. O pesticida foi comercializado para ser usado especificamente nas safras dos Andes, mas só continha informação em espanhol e não na língua nativa Quéchua e também não continha nenhum símbolo de advertência, apenas fotos de cenouras e batatas saudáveis.

Em 2001 a Bayer foi forçada a retirar um dos seus produtos farmacêuticos chave, a droga anti-colesterol Baycol ou Lipobay, que foi responsável por 50 mortes e por causar a ”muscle wasting syndrome”, até agora eles já pagaram 365 milhões de libras esterlinas em acordos com 1.811 processos, tendo um restante de 11.459 ainda a serem processados!!!

A Bayer produz uma série de produtos caseiros como a Alka-Seltzer, o Germoloids (“para hemorróida – pense Germoloids” diz o seu slogan),os fertilizantes Baby Bio e Phostrogen, e o Autan. Autan, o repelente número um na Europa foi banido pelo governo dinamarqu
ês, por conter diethyl-toluamide, que é suspeito de ser carcinogênico....
O produto BE 1034 fabricado pela Bayer (como pode ser visto no alto da imagem) e utilizado em experiências médicas em Auschwitz

Para se ter uma idéia geral das ligações entre o governo nazista e as empresas alemãs, reproduzimos a seguir alguns fragmentos da correspondência entre a Bayer, conhecida indústria química e farmacêutica alemã, com o comandante do campo de Auschwitz, extraídos dos arquivos do processo de Nuremberg, n.° 7184:

"Lhe agradecemos muito, senhor, ponha a nossa disposição um certo número de mulheres para uma série de experiências que nos dispusemos a realizar com um novo narcótico... Acusamos ter recibo sua resposta. Porém, consideramos exagerado o preço de 200 marcos por uma mulher. Não podemos lhe oferecer mais de 170 marcos por cabeça. Se você estiver de acordo, iremos buscá-las. Necessitamos aproximadamente de cento e cinqüenta mulheres... Recebemos as mulheres. Apesar de que todas elas estavam em um estado de extrema debilidade, acreditamos que elas nos servem. Lhe informaremos do desenvolvimento das experiências (...) Realizamos as experiências. Todas as pessoas enviadas foram mortas. Mais tarde entraremos em contato com você para um próximo envio.”

Liberdade


"Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda."
Cecília Meireles,

Leibniz considerou a liberdade de indiferença impossível.

Para Descartes, age com mais liberdade quem melhor compreende as alternativas em escolha. Quanto mais claramente uma alternativa apareça como a verdadeira, mais facilmente se escolhe essa alternativa. Pessoas ignorantes realizam escolhas indiferentemente, e por isso são menos livres do que as pessoas esclarecidas.


De uma forma geral, a palavra "liberdade" significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos.

Liberdade ???

Roger Waters - Fantástico

ONU x USA


Os EUA como fundadores da ONU teriam de certa forma uma natural liderança da instituição e como uma nação economicamente mais forte teriam de tomar a dianteira em nome de uma tentaviva de melhoria das condições de vivencia da sociedade mundial. Contudo o que acontece é o uso dessa posiçao de liderança para o tráfico de influência em uso próprio. A ONU, como uma instituiçao também de cunho militar e de controle das missões bélicas mundiais, é usada como justificativa técnica para intervenções econômicas e militares, como no caso do IRAQUE ou em CUBA, que envolvem questões muito mais amplas do que proteger os direitos humanos ou a paz mundial.

Os EUA são os maiores devedores da ONU com cerca de 17 bilhões de dólares de dívidas, mas ela está nas mãos dos americanos por eles serem os mais fortes economicamente e militarmente, e por estes serem uma das " nações vencedoras " da 2a guerra e membro permanente do conselho de segurança, com direito voto.

A grande verdade é que a ONU desfez-se de seu projeto original de defesa da paz mundial e tornou-se um fantoche político dos países desenvolvidos, principalmente dos EUA. Cito um caso recente quando o secretário geral da ONU Koffi Anan fez vistas grossas ao massacre de minorias étnicas em Ruanda. Temos também a violação dos direitos humanos, praticados pelo governo chinês, onde mais de 65 crimes são passíveis da pena capital e a vista grossa que o governo chinês faz ao tráfico de orgãos humanos.

domingo, 28 de setembro de 2008

Joseph Goebbels


"A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo a nunca mais escaparem dela"

"A propaganda quer impregnar as pessoas com suas idéias. É claro que a propaganda tem um propósito. Contudo, este deve ser tão inteligente e virtuosamente escondido que aqueles que venham a ser influenciados por tal propósito NEM O PERCEBAM."

"Aquele que sabe tudo não tem medo de nada".

"De tanto se repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade."

Paul Joseph Goebbels foi o ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazista.

Foi uma figura-chave do regime, conhecido por seus dotes retóricos. Era um dos líderes políticos supremos Nazis que tinham concluído estudos superiores. O Homem de letras do movimento, portanto. Teve uma posição correspondentemente importante entre os Nazis, superada apenas por Hitler, com quem partilhou os últimos momentos de vida no Führerbunker em Berlim.

Tom Capri - Miséria da ciência



Tom Capri não é físico nem astrônomo. É apenas mais um arqueólogo autodidata do universo, desses que existem às dezenas à cata de respostas para as grandes indagações. A diferença é que ele parece já ter encontrado algumas respostas, como fica claro neste seu livro Miséria da Ciência. Se suas descobertas – e Tom admite que elas podem ser contestadas – passarem pelo crivo da ciência, deverão abalar disciplinas científicas, como a física e a medicina, e também o jornalismo, a religião e todo o pensamento moderno, ou seja, irão mudar o mundo tanto quanto as de Einstein.

São fortes os argumentos do autor para nos mostrar que a informação viaja, sim, a uma velocidade superior à da luz, contestando Einstein. E que as teorias do big bang e das supercordas são falhas e não se sustentam. Ou ainda que os neutrinos têm massa, o que persiste até hoje como dúvida entre os cientistas. Também parecem pertinentes os novos conceitos de ciência, vazio, energia e antimatéria que o autor nos apresenta.

Mas não são os achados de Tom, na física, o que há de mais importante em Miséria... É o questionamento que ele faz da ciência moderna, este sim de comprovada validade científica. O autor nos mostra, num texto de fácil leitura até para leigo em ciência, que há muito os cientistas não fazem mais ciência verdadeira, do brasileiro Marcelo Gleiser ao britânico Stephen Hawking.

Hoje a serviço dos Estados, multinacionais e laboratórios, portanto, do capital, sem ter consciência disto, os cientistas estão engessados. Só conseguem chegar às descobertas se as respostas que encontram tiverem a forma de produtos ou mercadorias bons de venda e lucrativos, como os remédios, o telefone celular, o microcomputador etc.

Acontece que as soluções para os grandes problemas humanos, que o homem descobria naturalmente no trabalho, na sociedade primitiva, não cabem no tamanho nem no formato de um produto de consumo. Elas são bem mais amplas e complexas.

Ficamos sabendo, em Miséria..., que hoje a ciência só encontra casualmente as soluções para os grandes problemas. Que ela está atrás apenas de soluções para as questões que afligem o capital, não a humanidade. E que, por isso, não faz ciência verdadeira, a não ser acidentalmente.

É muito bom e importante poder ter essa consciência, nos dias de hoje. Melhor e mais importante ainda é levá-la aos cientistas, que, alienados, perderam de vista tudo isso que parece ser óbvio hoje. Miséria... constata que o cientista desconhece até mesmo as regras básicas de seu ofício. Por isso, está sempre enveredando por descaminhos e caindo em falsos problemas, o que está trazendo mais destruição ainda a Gaia, nosso planeta. Um texto no mínimo revelador.

Para ler o livro inteiro:
( http://www.virobscurus.com.br/pdf/Miseria-da-Ciencia.pdf )

Demônios à solta - morte de Lennon



Para um astro da grandeza de Lennon, apenas um complô seria pouco.
A segunda causa da morte envolve forças mais poderosas do que os governos da Terra.
As vozes que mandaram Chapman apertar o gatilho seriam do diabo, a quem Lennon teria oferecido a própria alma em troca de fama e sucesso.
A dívida seria cobrada quando o beatle gozasse o momento mais feliz de sua vida.
Parece fantasia? Pode ser, mas a história a seguir é verdadeira.
A infância e a adolescência de Lennon foram marcadas por tragédias e desilusões: ele cresceu sob a guarda da tia Mimi, sem a presença do pai e da mãe.
Aos 17 anos, estreitou laços com a mãe, mas ela morreu atropelada logo depois. O primeiro casamento de Lennon, com Cynthia, foi um fracasso.
Os Beatles acabaram em 1969. Mesmo os primeiros anos de relacionamento com Yoko foram conturbados.
Os dois brigaram e se separaram em 1973. Naquele 8 de dezembro de 1980, o casamento e a carreira do músico fluíam bem.
Lennon dizia que, pela primeira vez em 40 anos, estava feliz. Mera coincidência? Não se você acreditar na conspiração.
Chapman escutou a frase demoníaca "faça, faça, faça", sacou o revólver e disparou cinco tiros, quatro deles certeiros. Pacto encerrado.
Como essa trama pode ser comprovada? Nas músicas, capas de discos e declarações dos Beatles, afirmam os defensores da teoria.
No começo dos anos 60, Lennon revelou que o nome The Beatles havia sido sugerido durante uma visão, por um homem que aparecera numa torta flamejante.
A criatura vinha do inferno e chamava-se Pepper, não por acaso o sargento do aclamadíssimo trabalho dos rapazes de Liverpool.
Em 1966, declarou que os Beatles eram mais famosos que Jesus Cristo.
Junto com os parceiros de banda, adotou a maçã como nome e símbolo da gravadora Apple (maçã) - como se sabe, a fruta que o diabo ofereceu a Adão e Eva.
Lennon e Yoko foram morar no Edifício Dakota, onde foi filmado O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, sobre uma seita à espera do nascimento do demônio.
Arrependido do contrato com o diabo, Lennon deu sinais de desespero.
Ele pediu socorro em canções como "The Ballad of John and Yoko" -
"Acho que eles vão me crucificar". Como explicar que Lennon vivia infeliz apesar de todo o sucesso de sua banda?
Explica-se: ele sabia que, se demonstrasse alegria, chegaria a hora de morrer.
Até dez anos depois da dissolução do grupo de rock mais cultuado do planeta, Lennon disfarçou bem.
Até que o endiabrado credor resolveu pôr Chapman à frente do Edifício Dakota.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Hugo Chávez apoya a Obama al mandar a la Mierda a los EE.UU.

OS ULTIMOS MOMENTOS DO BU$H NO BRA$IL

Panico na TV - Visita George Bush - Quebra Pau (Parte 1)

Panico na TV - Visita George Bush - Quebra Pau (Parte 2)

Ao povo Brasileiro... Bush e o Brasil

Seja bem vindo mother fuck

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Admirável mundo novo - Aldous Huxley


O título desse livro foi retirado de A tempestade, de William Shakespeare, Ato V, Cena I:
Ó, maravilha!
Que adoráveis criaturas aqui estão!
Como é belo o gênero humano!
Ó admirável mundo novo
Que possui gente assim!”

Essas linhas podem ser consideradas uma ironia para fazer referência à sociedade descrita por Huxley. Mas traduzem bem a esperança que ele depositava no potencial humano.

O prefácio do autor foi escrito cerca de vinte anos depois do livro. Nele, Aldous Huxley diz que verifica falhas artísticas em seu livro, e que o teria escrito de maneira diferente naqueles dias, inclusive alterando detalhes do enredo. É bastante impressionante ler essa autocrítica e verificar sugestões do próprio autor que poderiam tornar a obra ainda mais interessante.

O livro fala de problemas humanos em uma sociedade que funciona sob um sistema de castas. Cada membro da sociedade nasce em um centro de incubação, onde pessoas são produzidas em série. Os processos de fecundação sofrem manipulações que tornarão os futuros cidadãos mais propícios a serem condicionados para pertencerem às castas às quais foram designados. As castas são referenciadas por letras gregas. Desde criança, cada pessoa recebe instruções que determinarão seu papel na sociedade, e que a impedirão de tentar mudar esse papel, pois pertencer a um grupo de outra letra grega é ruim. Até que, um dia, a manipulação de um determinado cidadão não sai exatamente como deveria, e ele se torna menos propício à programação mental, se transformando num adulto questionador.

A sociedade desse admirável mundo novo possui outros mecanismos controladores além da fecundação assistida e das sugestões. Existe uma droga, chamada soma, que proporciona prazer em caso de sentimento de insatisfação por qualquer motivo. Descobre-se, por exemplo, que existe um controle literário, e que livros antigos considerados prejudiciais à sociedade não chegam ao público. Apenas poucos exemplares existem, muito bem guardados. Isso lembra algum episódio passado em nossa História? O mesmo mecanismo de dominação social utilizado pela Igreja na Idade Média aparece nesse futuro de Aldous Huxley. Por falar em religião, a filosofia industrial do tempo de Huxley aparece no quase endeusamento que a sociedade faz de Henry Ford.

Sexo é sempre algo casual e com fim unicamente recreativo. De maneira alguma visa procriação. Em uma área reservada do resto da sociedade existem pessoas que nascem e morrem da maneira antiga. Trata-se de uma espécie de reserva que recebe a visita de turistas interessados em ver essas criaturas exóticas. Nesse lugar, uma espécie de zoológico humano, onde existem os problemas de qualquer meio social renegado, surge mais um protagonista da história, que fica conhecido como Selvagem.

Um aspecto interessante que deve ser notado na trama é que o controle social não é algo intrinsecamente mau, planejado por uma mente demoníaca. Ao contrário, a sociedade como um todo parece funcionar muito bem e todos são essencialmente felizes.

Huxley coloca nesse livro, e em outros, problemas éticos humanos. Parece que foi devido a sua preocupação com a humanidade e seu pacifismo que Huxley teve seu pedido de cidadania norte-americana negado, pois ele não teria dito que pegaria em armas para defender os Estados Unidos.

Admirável mundo novo agrada, infalivelmente, os amantes de ficção científica, que têm uma sociedade inteira descrita por esse visionário do futuro. E nos convida a pensar sobre a importância de se resolver questões humanas em paralelo a questões tecnológicas.

Anarquismo


Anarquismo é uma palavra que deriva da raiz grega αναρχία — an (não, sem) e archê (governador) — e que designa um termo amplo que abrange desde teorias políticas a movimentos sociais que advogam a abolição do capitalismo e do Estado enquanto autoridade imposta e detentora do monopólio do uso da força. Exemplificando, Anarquismo é a teoria libertária baseada na ausência do Estado. De um modo geral, anarquistas são contra qualquer tipo de ordem hierárquica que não seja livremente aceita [1], defendendo tipos de organizações horizontais e libertárias.

Para os anarquistas, Anarquia significa ausência de coerção, e não ausência de ordem. Uma das visões do senso comum sobre o tema é na verdade o que se denomina por "anomia", ou seja, ausência de leis. Existe em torno desta questão um debate acerca da necessidade ou não de uma moral anarquista, ou se a natureza humana bastaria por si só na manutenção pacífica das relações.

As diferentes vertentes do anarquismo têm compreensões diferentes quanto aos meios para a abolição dos governos e quanto à forma de organização social que disso resultaria.

Nos meios anarquistas, de forma geral, rejeita-se a hipótese de que o governo, ou o Estado, sejam necessários ou mesmo inevitáveis para a sociedade humana. Os grupos humanos seriam naturalmente capazes de se auto-organizarem de forma igualitária e não-hierárquica, mediante os progressos originários nas mulheres e homens a partir da educação libertária. A presença de hierarquias baseadas na força, ao invés de contribuírem para a organização social, antes a corrompem, por inibirem essa capacidade inata de auto-organização e por dar origem à desigualdade.

A Liberdade é a base inconteste de qualquer pensamento, formulação ou ação anarquista, representando o elo sublime que conjuga de forma plena todos os anarquistas. Assim, entre os anarquistas, a Liberdade deixa apenas o plano abstracional (do pensamento) para ganhar uma funcionalidade prática, sendo o símbolo e a dinâmica do desenvolvimento humano real. Em outras palavras, o princípio básico para qualquer pensamento, ação ou sociedade ser definida como anarquista é que esteja imersa, tanto abstracionalmente (ideologicamente), quanto pragmaticamente (no âmbito das ações), no conceito de Liberdade.

Para a encarnação da Liberdade, no entanto, é necessária a erradicação completa de qualquer forma de autoridade.

LULA = VERGONHA

Nao compre

Acredito no Brasil


Eu acredito na verdade,

creio nos grandes líderes e

respeito as revoluçoes ....

Sou um amante do amor,

um adorador da honestidade e

um guerreiro da ALuz ...

Sou filho do sol e

e vivo no vento ...

Escrevo sobre esperança .

Creio na esperança .

Vejo esperança nos olhos famintos,

que mesmo sem dignidade pra viver,

ainda acreditam na felicidade,

nas religioes, na política econômica

e no flamengo ...

É hora de mudar .

Tempo de questionar os nossos direitos

e punir com nossas próprias maos,

aos que nao merecem governar no paraiso ...

Pra dirigir o nosso império,

tem que ser canarinho de coraçao.

chorar com as lágrimas do povo

e andar como um Rei ...

Lutar, nao pelas nessecidades dos pobres.

mas pelo orgulho de uma naçao ferida,

que merece muito mais,

que um presidente vendido. ( Lula ) ...

( Alex Bello Santanna )

A CIA e o Brasil

Fuck You CIA

Lançado no Brasil quase que simultaneamente ao seu aparecimento nos EUA, o livro-denúncia "A CIA e o Culto da Inteligência" (Editora Nova Fronteira, setembro/74, 198 páginas Cr$ 45,00) adquire algumas características especiais, que o tornam mais do que um simples best-seller. De princípio é a primeira vez que nos Estados Unidos, surge um livro censurado por decisão do Tribunal Federal os autores, Victor Marchetti e John D. Marks tiveram que submeter o manuscrito do presente livro à Cia (Central Inteligency Agency) para censura prévia. Conforme especificado na decisão do Tribunal a CIA ordenou a supressão de 339 trechos de extensão variada. Posteriormente em obediência às solicitações feitas à CIA pelos advogados dos autores e o início do processo do editor (Alfredo Knoff, bastante conhecido em Curitiba onde já esteve duas vezes, aqui tendo um de seus maiores amigos, o empresário Aristides Mehry) e dos autores contra a CIA, desafiando a censura 170 dessas supressões, foram reincorporadas. Escrita por dois homens que conheceram o funcionamento daquele serviço da inteligência nos bastidores, o livro traz fantásticas revelações, uma das quais se justifica inclusive chamada na capa tem especial interesse aos leitores brasileiros: no início de outubro de 1969 a CIA por intermédio de um agente secreto, soube que um grupo de radicais pretendia [seqüestrar] um avião no Brasil e fugir para Cuba. Essa informação foi transmitida à sede da CIA em Langley, Virgínia e da lá enviada numa base de "Só para ser vista" a Henry Kessinger na Casa Branca e aos funcionários superiores do Departamento de Estado, de Defesa e da Agência de Segurança Nacional. Dai a poucos dias, a 8 de outubro, os mesmos radicais identificados no relatório da CIA se apoderaram, de arma em punho de um avião comercial brasileiro com 49 pessoas a bordo e, depois de uma parada para se reabastecer na Guiana, obrigaram o piloto a seguir para Havana. Nem a CIA nem as outras [agências] do governo americano, que sabiam de antemão do plano dos radicais, tentaram impedir que o crime fosse cometido, embora naquela época a política oficial dos Estados Unidos tal como proclamada pelo presidente a de tomar todas as providências possíveis para eliminar a pirataria aérea. Mais tarde quando os funcionários do Departamento de Estado perguntaram a seus colegas da CIA por que não haviam tomado medidas preventivas para frustrar o [seqüestro], os agentes clandestinos da organização demoraram mais de um mês para responder. Nesse ínterim, as forças de segurança brasileira conseguiram dissolver o principal grupo revolucionário do país e matar seu líder, Carlos Marighella. Pouco depois, a 4 de novembro, a CIA comunicou a morte do líder revolucionário em caráter extra-oficial ao Departamento de Estado, frisando que se tivessem tomado qualquer precaução para impedir o [seqüestro] aéreo em outubro, a infiltração da agência no movimento radical seria desmascarada e a organização de Marighella não ficaria destruída